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Em 323 a.C., Seleuco I, sucessor de Alexandre, o Grande, inspirou-se em uma marca de nascença parecida com uma âncora para usá-la como emblema real. Três séculos depois, perseguidos pelos romanos, os primeiros cristãos usavam a âncora para substituir a cruz.
Ela foi desenhada em monumentos, catacumbas e vitrais. Hoje, é uma tatuagem comum, usada com o mesmo significado de força e segurança.